Consórcio vale a pena? – Tire suas principais dúvidas sobre o temas

Com um crescimento anual significativo, o mercado tem mostrado que o consórcio vale a pena.

Em 2019, as 160 empresas administradoras dessa modalidade, reguladas pelo Banco Central, registraram 2,63 milhões de novos participantes em todo o país.

O consórcio é bastante popular, principalmente entre pessoas que desejam comprar o primeiro veículo ou imóvel, mas não possuem disciplina financeira para guardar dinheiro.

A aquisição de serviços através deste produto financeiro também é comum, principalmente de viagens, planos médicos e odontológicos e até de cirurgias plásticas.

Agora, se você ainda tem dúvidas se o consórcio vale a pena, continue lendo este material que o Grupo Capital DF preparou para você.

Consórcio vale a pena? Quais as principais características?

O consórcio é uma modalidade de crédito, oferecida por instituições financeiras, em que pessoas (físicas ou jurídicas) se unem para adquirir um bem ou serviço com a mesma faixa de valor e sob as mesmas condições.

Os integrantes do grupo formam então um caixa por meio de depósitos mensais. 

Com o valor acumulado, as administradoras concedem cartas de crédito, através de sorteios ou lances, para que os participantes adquiram o produto ou serviço.

Principais características do Consórcio

Uma pessoa que deseja comprar um carro, por exemplo, não precisa dar entrada, nem arcar com os juros altíssimos, como ocorre em financiamentos.

Isso acontece porque a carta de crédito fornecida pela instituição bancária tem o valor exato do bem a ser comprado.

Dessa maneira, mesmo que o consorciado continue pagando as parcelas do consórcio, ele adquire o bem à vista. Ou seja, sem juros.

Essa pessoa ainda tem a possibilidade de acelerar a compra por meio de lances, como ocorre em um leilão.

Portanto, esse produto financeiro possui as seguintes características:

  • Ausência de juros;
  • Poder de compra do bem à vista;
  • Parcelamento do produto ou serviço é integral;
  • Variedade de prazos e parcelas;
  • Possibilidade de acelerar o crédito por meio de lances.

Consórcio x investimento – Quais as principais diferenças entre eles?

Apesar de ser um produto financeiro com muitas vantagens, o consórcio não pode ser considerado um investimento.

Afinal, mesmo que essa modalidade não tenha juros, o consorciado paga um valor mais alto do que o valor da compra, devido a taxa de administração paga à instituição bancária.

Um investimento, por outro lado, é qualquer aplicação de recursos que produza um retorno no futuro.

Além disso, consórcios têm um tempo de vigência longo. Em associações para a compra de veículos, esse tempo geralmente é de cinco anos.

Por outro lado, existem diversos investimentos com liquidez diária. Ou seja, você pode resgatar o dinheiro de volta a qualquer momento.

Ainda assim, um investimento pode ser viabilizado através do consórcio.

Caso você tenha uma reserva financeira, poderá adquirir um imóvel para vender ou alugar através da modalidade

Dessa forma, você usa sua reserva para dar lance e, desse modo, ser contemplado antes do sorteio.

Benefícios do Consórcio

O Consórcio vale a pena pois oferece diversas vantagens às pessoas que desejam adquirir um bem material, principalmente porque:

  • Não exige entrada;
  • O parcelamento do valor do bem é integral;
  • O valor das taxas administrativas são baixas.

Não exige entrada

Diferente dos financiamentos para comprar uma casa ou um carro, o consórcio não exige valor de entrada.

Logo, se você tem renda mensal e planos para adquirir um bem de alto valor, consegue alcançar seus objetivos sem precisar passar anos juntando dinheiro para isso.

Afinal, poucas pessoas conseguem poupar dinheiro com facilidade, principalmente depois de uma pandemia.

A modalidade é atrativa para um número bem maior de pessoas, principalmente por não exigir entrada.

Parcelamento integral do valor

Outra vantagem dele é que o parcelamento do produto é integral e sem taxa de juros.

Portanto, além de não exigir entradas, também não exige balões a cada dois anos, pagamento de chaves, entre outras formas de pagamentos comuns na hora de adquirir um bem de grande valor, como um imóvel.

Isso faz com que ele seja mais vantajoso do que outros produtos de crédito, como financiamento ou empréstimo pessoal.

Taxas administrativas são baixas

Além de não ter juros, as taxas administrativas do consórcio são bem baixas. Essa taxa é cobrada pela administradora para manter o fluxo de caixa do grupo de associados.

Geralmente, a taxa de administração é de aproximadamente 15% a cada 5 anos, que é o tempo médio de vigência de um grupo para aquisição de veículos.

Dessa forma, o custo desse produto financeiro é praticamente 8 vezes mais baixo do que de um financiamento, cujos juros podem chegar a mais de 20% ao ano.

Para quem o consórcio é indicado?

O consórcio vale a pena, sobretudo, para pessoas que desejam adquirir um bem material mas que não tem pressa. Portanto, podem esperar para serem contemplados nos sorteios.

Ele também é ideal para pessoas que não gostam de pagar juros ao adquirir produtos. 

Assim, se você tem uma reserva e opta pela modalidade, pode usar o dinheiro para dar lances e, dessa maneira, pegar a carta de crédito antes de ser sorteado. 

Além disso, o consórcio compensa também para pessoas que têm dificuldades em poupar e economizar dinheiro, uma vez que nessa modalidade não é preciso dar entrada de valores.

Afinal, o consórcio vale a pena?

Sim, o consórcio vale a pena, principalmente para pessoas que não tem pressa em adquirir um carro ou imóvel, ou ainda que não possuem disciplina para poupar dinheiro.

Se você não tem pressa, pode aguardar ser contemplado com tranquilidade. E assim, pode até investir dinheiro em outros produtos ou serviços.

Mas se você não quiser esperar ser contemplado por sorteios, pode dar lances e pegar sua carta de crédito antes do tempo previsto.

Ou seja, a modalidade de crédito é benéfica em ambas as situações, além de ter várias vantagens.

Agora que você já sabe que essa modalidade de crédito compensa, leia o material que a Grupo Capital DF fez sobre consórcio de veículos.

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